Letícia… quero ser como criança!

3 04 2008


Foto: Letícia Wiedemann Veiga por Carlos Cajueiro 
(artigo: quero ser como criança! por Bianca Barbora)

“Se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, não haveis de entrar no reino dos céus” – Mt 18:3

Quero ser como criança! - Eis uma foto poeticamente tirada: Letícia e seus belíssimos olhos e simplicidade de criança… Nesse exato momento registrado, parece-nos não restar desejo algum que não seja o de viver aquele instante, contemplar o céu, respirar o ar puro e sentir a brisa acalentar seus sonhos.

Poderíamos ser assim, nós tambem, e marcar o mundo com pureza de criança. Que Deus nos inspire a cotidianamente a ser assim. É bem verdade que muitos de nós já crescemos diante do ‘universo-metropolitano’. Sob olhares críticos que tudo distorcem e em tudo vêem defeitos. Findamos por ficar magoados e esquecemos como é bom ter a ‘memória emocional de criança’ que fica chateada com algo e cinco minutos passados volta feliz e sorridente.

Todo mundo carrega dentro de si uma criança, mas ’aprendemos’(ou somos forçados) a reprimí-la para ser simplesmente adulto, porque achamos que crescemos e “temos” que ser sérios. Mas de que seriedade estamos falando??? Ser feliz e expontâneo não é deixar de viver com seriedade, e sim viver com a leveza de uma criança apesar das obrigações de adulto. Fica muito mais doce e belo viver ou ser assim.

Fique feliz simplesmente por ficar, sorria e ria sem motivo, ria de você, dos seus dramas, do ridículo das situações. E acredite na pureza do ser humano, na inocência de criança que está escondida, a criança que reserva o melhor de cada um de nós.

Por vezes fico impressionada com a pureza infantil, e é essa candura da criança em nós é capaz de fazer com que vivamos o amor que nasce da emoção renovada e que encanta nosso coração. Temos que ser como elas, simples e inocentes (sem culpa), amando o SENHOR pelo que ELE é e não pelo que ELE pode nos dar, sem ser egoístas e egocêntricos.

Estamos em tempo de encher o coração de gratidão, pois gratidão gera confiança… Essa mesma confiança que e as crianças têm!!! Assim seremos ainda mais íntimos do PAI, que nos acolhe com seus braços de AMOR.

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Foto: Carlos Cajueiro
Artigo: Bianca Barbosa
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O Rei… está tranquilo.

3 04 2008


Foto: O Rei da selva por FilipeFradex (artigo: …está tranquilo! por Maxwell Fonseca)

O Rei… está tranquilo! -Enquanto Recife vê tantas guerra… violência… problemas sociais… índices assustadores… de um plácido recanto metropolitano o Rei se encontra em plena paz.

É preciso muito mais que um enorme esforço mental para encontrar a verdadeira paz. Afinal, ter paz é muito mais que a ausência de guerras. É plena confiança de que somos guardados e supridos. É plena certeza de que alguém cuida de nós, ainda que algum mal nos sobrevenha – sussura a alma: “meu socorro virá!” quando preciso… Desta forma, não nos desesperamos, nem entramos em guerra com tudo e todos ao nosso redor. Isso faz toda diferença!

Quando não temos paz, usamos nossas forças contra o próximo… pensamos que o outro é concorrente, adversário, e devemos reagir com toda selvageria para superá-lo e vencê-lo. Isto resulta num estilo de vida bastante estressante (ainda que este seja um estilo muito bem aceito no sistemático universo-metropolitano). 

Quando vivemos assim, no modo selvagem, não economizamos unhas e dentes… usamos a força e muitas vezes até “ganhamos” mas perdemos o principal. A paz… ‘Ganhar’ no selvagem universo capitalista pressuõe a perda na outra parte (este detalhe é crucial, mas o ignoramos pra bem do sistema, e mal dos menos afortunados).

Este artigo lembra-nos que existe centenas de universos-paralelos na realidade, e o universo-paralelo do amor divino (na metafísica do mundo espiritual) as coisas não podem ser medidas pelo capital ou pelas estatísticas do governo. Como dizem as sábias palavras: “De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma…”. Certamente, pensando nisto, alguns grande homens da história puderam concluir amargamente ao fim da vida, que existe algo mais que vã glória.  Alexandre o Grande, Nero, Hitler, Imperadores ou Cezares, muitos deles em seus últimos suspiros perceberam que nunca tiveram paz e de nada servia-lhes tantos bens e poder.

Pois bem, amigo! Hoje é tempo de repensar o valor da plena paz…

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Foto: Filipe Fradex
Artigo: Maxwell Fonseca
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Vida de Cão

30 03 2008


Foto: ‘Vida de Cão’ por ÍcaroNSilva (artigo: ‘Briga de Cachorro Grande’ por Maxwell Fonseca) 

Briga de Cachorro Grande. – A vida tem suas guerras, e como tem! Todos enfrentamos dificuldades e certos adversários (uns inimigos declarados, outros mascarados e até alguns traidores). A pior ilusão que se pode construir na vida é pensar que não temos adversários. É como acreditar na camuflagem maquiavélica de um inimigo. Lamento mas é a mais pura verdade! Todos temos aqueles que nos amam (e até, como se diz, de graça, ganhamos sua simpatia) e outros que nos detestam (as vezes por pura antipatia ou preconceito). Isso mesmo! A vida é bem complexa mesmo…

Falando de guerras, um cantor amigo recitou algo muito coerente: “Gente! A vida é uma guerra. Trabalhar é uma guerra (uma batalha)… acordar todo dia, pegar a condução, enfrentar o trânsito, sobreviver à violência da cidade, gritos do chefe, a grana pouca… Recife é uma guerra! Aqui no Ipsep é uma guerra!”. Certo ele, né?! Melhor viver ‘ligado’ dessas guerras, e seguir cuidadoso, que desatento tornar-se próxima vítima por distração. Mas este artigo não é um alerta terrorista, e sim o caminho de renovar a esperança de encontrar paz… Acredite, apesar das guerras, é possível e preciso encontrar paz interior!

Ter paz não é sinônimo de fazer-se indiferente ou passivo às circunstâncias. Martin Luther King (por exemplo) lutou pela paz, quando tantos brancos julgavam-se superiores aos negros nos Estados Unidos. Ele precisou entrar nessa briga de cachorro grande a até morreu pelo que defendia. Nelson Mandela também lutou bravamente… e Ghandi também mostrou que lutas não se vencem sóc om armas. Tais pessoas que combateram as causas dos problemas, sem necessáriamente fazer violência. Nisso nenhum exemplo supera o de Jesus Cristo. Ele mostrou-se o Príncipe da paz, e suas sábias palavras deixaram a muitos perplexos: “Minha Paz eu dou a vocês, não como o mundo dá paz. Não se perturbem, nem tenham medo. Eu vou para junto do Pai e voltarei…” Jo14;27+(lt) Wow! Quanto domínio das emoções… falar da propria morte assim! Muita gente hoje reage com espanto: “Paz? O que é isso? Viver sem medo? Fala sério! Não me perturbar com coisa alguma? é Possível? Como?” Tantas perguntas na ponta da lingua. Simplesmente porque somos cegos das coisas espirituais!

Quando Jesus falou e mostrou sua paz incomparável, ensinou pra nós que acima de qualquer ’briga de cachorro grande’, há uma dimensão espiritual muito além da carne e do sangue. Quando somos integros e confiamos em Deus, as guerras pode terminar, dentro e fora de nós. Se aprendermos esta lição, será o ponto-final pra ’vida de cão’ que prende nossos pensamentos.

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Foto: ÍcaroNSilva
Artigo: Maxwell Fonseca
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